Toda parada "inesperada" deixou aviso: na OS de papel que sumiu, na preventiva adiada, na peça que acabou sem ninguém ver. O aviso só não chegou até você.
O telefone toca antes do café: a extrusora 2 parou. A produção inteira olha pra você. No conserto, o mecânico encontra um rolamento de R$ 300 que estava programado pra troca há três semanas, numa OS que ninguém sabe onde foi parar.
O técnico troca a correia, anota num papel dobrado, guarda no bolso da calça. O papel passa pela lavadora no domingo. Na prática, aquele serviço nunca existiu: sem registro, sem custo lançado, sem histórico.
Você monta o relatório cruzando caderno, três planilhas e a memória do supervisor. Na reunião, a diretoria pergunta o custo da linha 3. Você estima. Todo mundo na sala percebe que é estimativa.
Isso acontece por uma causa que quase ninguém nomeia: a Digitação Adiada. Todo controle da sua fábrica depende de alguém lembrar de transferir, horas depois, o que aconteceu no chão de fábrica pra uma planilha na sala. Entre o fato e o registro existe um intervalo, e é nesse intervalo que a informação morre. Não é indisciplina da equipe. É a arquitetura do método: papel e planilha exigem um segundo passo que a rotina de fábrica engole todos os dias.
O resultado tem nome no seu contracheque emocional: você virou o bombeiro da empresa. Apaga o incêndio de hoje sabendo que o de amanhã já está marcado, só não sabe em qual máquina.
Tinha OS de papel e um sistema abandonado pela equipe em três semanas. Em 30 dias, registrou 100% das ordens pelo WhatsApp e fechou o primeiro mês com histórico completo da fábrica.
Gastava 6 horas por semana consolidando papel e cobrando status por telefone. Hoje o relatório mensal sai em 10 minutos, com MTBF e custo por máquina calculados sozinhos.
Uma parada de 14 horas por falta de um rolamento de R$ 300 custou R$ 18 mil. Três meses depois da mudança, zero paradas por falta de peça, com alerta de estoque mínimo.
Se você se reconheceu nas cenas acima, o problema não é a sua equipe, é o intervalo entre o fato e o registro. Ele tem solução, e ela cabe no celular que seu técnico já carrega.
Quero ver como funciona na minha fábricaO Manutor é um sistema de gestão de manutenção construído sobre um princípio simples, o Registro na Origem: o registro nasce no lugar e na hora em que o fato acontece, pelo canal que sua equipe já domina. O técnico manda uma mensagem no WhatsApp, "vazamento na bomba 3", e a ordem de serviço se abre sozinha, com data, hora, responsável notificado e espaço pra foto. O intervalo entre o fato e o registro, aquele onde a informação morria, deixa de existir.
A implantação segue um roteiro de 7 dias, conduzido ao vivo, em sessões remotas curtas:
Seus ativos entram no sistema com hierarquia, criticidade e etiqueta QR code. Sua planilha atual vira a base, importada, ninguém redigita nada.
O plano de manutenção entra por calendário ou horímetro, e o sistema passa a gerar as OS sozinho, na data certa.
O número de WhatsApp da manutenção entra no ar, a equipe abre e consulta OS por mensagem, do chão de fábrica.
MTBF, MTTR, disponibilidade, backlog e custo por OS passam a se calcular em tempo real, prontos pra reunião.
Antes, o fluxo era: quebra, conserto, papel, bolso, planilha (quando lembravam), relatório manual, estimativa na reunião. Com o Registro na Origem, o fluxo vira: mensagem, OS aberta, execução com foto, indicador atualizado. A mesma quebra, dois destinos diferentes pra informação.
O acesso é por navegador e por aplicativo de celular que dispensa instalação, com leitura de QR code pela câmera na frente da máquina. E a razão de a adoção funcionar onde outros sistemas falharam está num dado simples: o WhatsApp está em 99% dos celulares brasileiros e a sua equipe já o abre dezenas de vezes por dia. Sistemas morrem quando exigem comportamento novo. Aqui, o comportamento é o mesmo, muda só o destino da mensagem.
OS com workflow (corretiva, preventiva, inspeção), ativos com QR code e histórico, preventiva com geração automática, indicadores, estoque MRO com alerta de mínimo, terceiros, garantias e habilitações NR.
Plataformas equivalentes cobram a partir de R$ 800/mês · InclusoAbre OS por mensagem, responde consulta de status, notifica o técnico responsável e alerta o gestor.
Automações de WhatsApp custam a partir de R$ 297/mês · InclusoConcorrentes cobram de R$ 60 a R$ 120 por usuário por mês. Aqui o time inteiro entra, do técnico ao diretor.
Valor de mercado R$ 360/mês · InclusoAplicativo pelo navegador do celular, leitura de QR na câmera, foto como evidência, uso na frente da máquina.
InclusoPDF e CSV a qualquer momento. Seus dados são seus, inclusive pra sair.
InclusoOs 7 dias de implantação assistida acontecem direto com o engenheiro mecânico que criou o sistema (CREA SP, 20 anos de automação industrial), em sessões remotas ao vivo, incluindo a migração da sua planilha atual pra dentro do sistema.
Valor: R$ 2.500 · Incluso na condição fundadorLevantamento guiado do custo real da hora parada de cada linha da sua fábrica, com a calculadora que transforma seus indicadores em argumento de orçamento na reunião de diretoria.
Valor: R$ 497 · InclusoÁrea de membros com os treinamentos gravados da sua equipe: primeiros passos, OS pelo WhatsApp, preventiva 52 semanas, indicadores e estoque. Módulos liberados progressivamente, acesso de toda a equipe.
Valor: R$ 597 · Incluso| Sistema completo de gestão de manutenção | R$ 800/mês |
| Agente de WhatsApp da manutenção | R$ 297/mês |
| Usuários ilimitados na planta | R$ 360/mês |
| Bônus 1. Implantação Fundador com o engenheiro | R$ 2.500 |
| Bônus 2. Raio-X do Custo de Parada | R$ 497 |
| Bônus 3. Academia Manutor | R$ 597 |
Somando o que está na mesa: R$ 1.457 por mês em ferramenta, mais R$ 3.594 em implantação e aceleradores.
Antes: OS de papel, um CMMS abandonado pela equipe em três semanas e a sensação de comprar briga a cada sistema novo.
Virada: avisou o número novo no grupo da equipe, sem treinamento formal, e as ordens passaram a nascer no WhatsApp.
Resultado: 100% das solicitações registradas no primeiro mês e o primeiro histórico completo da fábrica em 30 dias.
Antes: 6 horas por semana consolidando papel, telefone tocando pra saber status de serviço, relatório montado de madrugada.
Virada: implantação nos 7 dias, com a planilha antiga importada como base do cadastro.
Resultado: relatório mensal em 10 minutos, com MTBF, disponibilidade e custo por máquina calculados sozinhos, 6 horas semanais de volta na agenda em 4 semanas.
Antes: uma parada de 14 horas por falta de um rolamento de R$ 300 custou R$ 18 mil entre produção perdida e multa de pedido.
Virada: estoque mínimo cadastrado com alerta automático vinculado às OS.
Resultado: zero paradas por falta de peça em 3 meses e a primeira reunião de orçamento com custo real por equipamento na mesa.
Sessões remotas ao vivo nos primeiros 7 dias, conduzidas pelo engenheiro criador do sistema, com agenda combinada com a sua rotina de fábrica.
WhatsApp da equipe Manutor pra dúvidas do dia a dia, com resposta em até 1 dia útil (na prática, na fase fundador, costuma ser no mesmo dia).
As dúvidas mais frequentes das implantações viram vídeos na Academia Manutor, e as necessidades apontadas pelos fundadores entram na fila do roadmap com prioridade.
Você não recebe um login e um manual. Recebe um setor sendo organizado junto.
Garantia incondicional de 7 dias. Você assina, entra, roda a implantação e, se dentro dos 7 primeiros dias decidir que não é pra sua fábrica, devolvemos 100% do valor. Sem formulário, sem justificativa, sem constrangimento.
E depois dos 7 dias o risco continua baixo: a assinatura é mensal, sem fidelidade e sem multa. Cancelou, exporta todos os seus dados em PDF e CSV e leva o histórico embora. A porta de saída aberta é exatamente o motivo pra você entrar tranquilo.
O Manutor foi construído por Luciano Lopes, engenheiro mecânico com CREA SP e mais de 20 anos de automação industrial, atendendo indústrias do interior de São Paulo.
Em duas décadas de projeto e chão de fábrica, ele viu o mesmo filme em dezenas de plantas: milhões de reais em máquinas controlados por um caderno, uma planilha no desktop do gestor e a memória do técnico mais antigo. Viu também o remédio tradicional falhar: sistemas robustos, caros, que a equipe de campo abandona na terceira semana porque foram desenhados pra quem fica na sala, não pra quem está com a mão na máquina.
O Manutor nasceu dessa fragilidade observada de perto: um sistema que registra a manutenção pelo canal que o chão de fábrica já usa, implantado em dias por quem entende de fábrica, com preço de PME. Na fase fundador, cada implantação é conduzida pessoalmente pelo criador, e o roadmap do produto é construído com as primeiras fábricas, na prática, dentro da rotina real de manutenção.
Valor somado dos componentes: R$ 1.457 por mês, mais R$ 3.594 em bônus.
A condição fundador existe porque as primeiras fábricas moldam o produto junto com o engenheiro, e ela se encerra quando esse primeiro grupo de implantações fechar. Depois disso, novos assinantes entram em tabela cheia.
Quero ser fábrica fundadora do ManutorAo continuar, você concorda com os termos de uso e a política de privacidade.